quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Finalmente!

Hoje, quando fui pesar as minhas feijocas à pediatra, passei pela livraria para comprar os dois livrinhos da querida Ariane Brand e... de repente...

"Olha o que reeditaram!"

E lá estava ele, pousado em cima da mesa...

Há tantos anos que esperava por isto, agarrei-me imediatamente ao livro, "Finalmente o Morreste-me!"


Já cá canta!



Escusado será dizer que agora vou dedicar-me a ele e só lá para a madrugada é que voltarei ao Caim.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Todo o tempo é precioso

Principalmente à noite e de madrugada, quando estou na minha rica bomba a tirar leitinho para as minhas feijocas, leio os livrinhos que o meu maluco me compra (hábito que vem desde o tempo da gravidez). Durante estes últimos tempos, as escolhas literárias têm-lhe pertencido, assim, primeiro foram estes, depois estes e estes e depois dele ter comprado os outros dois volumes da triologia Millenium

(este

e este,


que acabei de ler esta madrugada),

vou hoje começar com

Caim do meu querido Saramago!

Uma das vantagens de tirar leite com a bomba é esta, sempre tenho um tempinho para ler umas coisas.

Depois deste, logo se vê o que virá no carrinho de compras!

Lindo!

Vale mesmo a pena passar 20 minutos a ver este pequeno filme.

http://www.thedoorpost.com/hope/film/?film=4dd298f102c77b625cf37a9e7744ac68

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mais uma saída das boas

Hoje fomos as três (eu e as minhas feijocas, claro) até aqui e estava-se lá tão bem!...

sábado, 21 de novembro de 2009

Parabéns

Hoje o meu sobrinho-malandro-de-olhos-lindos-e-travessuras-marotas faz anos!

Parabéns, meu amor, pelos 6 anitos!

(Estou mesmo a ficar velha, parece que foi ontem que ele nasceu e agora já vai para a escola e tudo!)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Saídas...


Hoje fomos as três à praia... e foi tão bom... só as três a olhar o mar (bem, elas nem por isso viram o mar porque estavam tapadas [estava uma aragem fria], mas ouviram-no)... bem, e depois viémos embora que as cachopas são de alimento e já era hora!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Texto notável de Ricardo Araújo Pereira

Profs....a culpa é deles!
Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino (sem querer apontar dedos) é dos professores. Só pode ser deles, aliás.
Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam.
O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos.
Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida. É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita.
Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores. Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.
O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento. O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater.
Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas.
Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora o há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo. Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta. Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo.
Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão