sexta-feira, 22 de abril de 2011

Textos por encomenda


Desta vez tinha que escrever sobre - Reage/Reagir.

Não correu muito bem.

Já existiram outros "textos-encomendados" que não me saíram mal, mas este, enfim, foi o que se conseguiu...


Vivemos numa conjuntura social em que a palavra se impõe – Reage.

Toda a nossa vida é sedimentada na capacidade de reagir à própria vida. Reagimos ao respirar, reagimos ao caminhar pelo trilho escolhido, reagimos ao que ouvimos, ao que cheiramos, ao que saboreamos, ao que vemos, ao que tacteamos, reagimos ao proferir determinada palavra e não outra, reagimos ao medo, à afronta, ao amor, reagimos ao existir, reagimos ao Ser.

Em todos os tempos a palavra foi, e continua a ser, a maior e melhor reacção. É ela que nos permite resistir, lutar, fazer valer a nossa voz.

Hoje a voz de todas as palavras far-se-á ouvir.

Hoje reagimos ao que dizemos e ao que ouvimos.

Hoje a palavra impõe-se - Reage.

Ainda...


Esta época traz-me sempre à memória aquela viagem solitária, o encontro imediato, a resistência arrependida de honra, o abandono atroz, a solidão, a permanência.

Quando deixarás de me habitar?...

Joana Cato

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dormir sozinha


Há quanto tempo é que não durmo sozinha, céus? É que para além do gato, nestas últimas semanas, tenho tido sempre visitas, ora é a feijoca I. ora é a S.!
Que saudades de ter a cama só para mim!!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Enclausurada


Pois que estou enclausurada na minha própria casa, numa semana em que os planos de VIVER eram mais que muitos. E é sempre assim, sempre que faço planos de libertação, de sossego, de ar, imediatamente acontece alguma coisa que me faz desesperar nestas quatro paredes.
Desta vez não estou a lidar muito bem com o caso, não estou não, estou cansada do mesmo padrão, é sempre, sempre assim, e eu precisava tanto de respirar, de angariar forças para o que aí vem.
Ai desespero!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Olá Varicela!

Eu não disse? Até estava a adivinhar que era para agora. Quanto mais depressa falasse, mais depressa aconteceria.
Hoje de manhã, olho para a minha S (só podia ser a S. começa sempre tudo por ela, vá-se lá saber porquê) e vejo um borbulhita na "papada" e logo a seguir vejo a "mãe-das-borbulhas" no couro cabeludo e já está, varicela cá no burgo.
Agora é esperar que a I. também a tenha, mas tipo imediatamente, para que tudo fique sanado.

Se eu vou ter ou não é uma incógnita, a minha mãe diz que não se lembra de eu ter tido e a minha irmã diz que eu tive. Logo se verá.




Pormenor de ínfima importância - sempre que penso, "Ah e tal, agora vou tirar uns diazitos para mim e para as miúdas, vou passear um bocadinho, respirar, etc., no mesmo minuto elas ficam doentes e estragam qualquer plano de viver. Tenho realmente vontade de mandar "certas forças" à -----!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

À espera...


da varicela!
Já há cinco casos lá no "infectário" das feijocas e eu estou sogadita à espera que ela entre nesta casa, acho que até já vejo borbulhas onde elas não existem, pudera, então se as miúdas andam aos beijos na boca aos amiguinhos e se um deles já está em casa sarapintado, não posso esperar outra coisa, certo?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Respira-se


só um bocadinho, mas já se respira!