segunda-feira, 11 de julho de 2011

Do convencimento alheio

Sou pequenina e gosto de ser pequenina (sim, o post anterior foi apenas um devaneio, no meu estado natural considero-me bem pequenina) e não consigo suportar muito bem aqueles que estão excessivamente cheios de si e puxam os galardões e títulos e fazem promoções pessoais, mesmo que camuflados por "generosidade".

domingo, 10 de julho de 2011

Sem uma única gota de modéstia

Às vezes, há momentos em que me convenço que sou boa lá em cima, e tu, meu NV, com as tuas palavras tens culpa no cartório.

A verdade é que é lá que me sinto completa, feliz, outra-eu e sinto o que senti, sinto, poderei sentir ou nunca sentirei e digo as palavras que um dia disse, digo, poderei dizer ou nunca direi. É lá que é tudo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Hoje

é o dia.

Merda para mim e todos.
É um privilégio pisar as tábuas convosco.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Corda ao pescoço


Passar de 223 para 471 parece-me excessivamente degolador, senhores do "Infectário"!

Mudança de papéis (ou talvez não!)


Eu devia ser bombeira, tais são os fogos que tento apagar.

O poder é uma coisa lixada e a luta, consciente ou inconsciente, por ele aniquila tudo. Da minha parte, odeio o poder, fujo dele a sete pés e gostava de não estar a assistir a isto.

Sei que o que dizes é verdade, pelo menos em parte, mas vou sempre tentar dissuadir-te dessas certezas.

Também sei que o que tu (o outro lado) sentes, pelo menos em parte, é verdade, mas tentarei sempre dissipar-te esses sentimentos.

Entendam-se lá um bocadinho e voltemos à paz, sim? É que o meu carro de bombeiros está com escassez de água.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Das coisas que têm um significado literal e outro bem mais profundo

Não gosto nem um pouco de andar de marcha atrás.



(... e não, não estou a levar isto para a braguilha.)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O futuro do nosso país, ou de como há coisas que eu não consigo compreender

Final do ano lectivo. Critérios de avaliação. Contas. Pautas. Progressão e regressão dos alunos. Etc. Etc. Etc.
Dois casos, como direi..., hum..., estonteantes? inacreditáveis? Não consigo qualificar.

Primeiro caso - aluno/a que teve nível 4 a determinada disciplina, acaba o ano com um teste de 41%, tem uma média final de 67%, demonstra uma franca regressão, e o Conselho de Turma, claramente manipulado pelo Director de Turma, concorda em que se mantenha o nível 4, pois nos períodos anteriores também teve esse nível, e "re-béu-béu-pardais-ao-ninho". Então e a regressão? Então e a média final de nível 3?

Segundo caso - aluno/a que ao longo do ano tem um teste de 76% (no primeiro período) e depois anda sempre na casa dos 65% a 68%. Média final de 68%. Muitas pessoas a torcerem o nariz porque não quis dar o nível 4,

Estes alunos serão o futuro de Portugal... e assim se enganam consciências e se constrói uma imagem de si e do mundo completamente diferente da realidade.