sábado, 31 de março de 2012
Cama nova
quarta-feira, 28 de março de 2012
Obrigada
Obrigada, gosto ainda mais de ti (se é que isso é possível).
terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Do ódio
Anseio ardentemente o dia em que vos vou deixar de ver.
Quero riscar estes dois anos da minha vida.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Pai
Muitas vezes andamos às turras, discutimos, assumimos diferentes caminhos, criticamo-nos, não compreendemos a postura do outro,... mas a verdade é que apesar de tudo isso há um sentimento maior que nos une e que não podemos negar. Obrigada por existires, por me teres educado da forma como o fizeste e por me obrigares sempre a querer superar todos os obstáculos.
Feliz dia do pai!
... e ai de quem te critique à minha frente. Isso só eu posso!
domingo, 18 de março de 2012
Parabéns ao prometido das feijocas

O nosso lindo A., filho desta lindérrima e do meu querido RB, faz hoje um aninho! Como o tempo passa!
Parabéns aos três!
sábado, 17 de março de 2012
Tão verdade!
SINTO VERGONHA DE MIM - Poesia de Rui Barbosa Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte deste povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-Mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o 'eu' feliz a qualquer custo,
buscando a tal 'felicidade'
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos 'floreios' para justificar
actos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre 'contestar',
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir o meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar o meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo deste mundo!
'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto'.
