domingo, 11 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Está aberta a época das doenças

A doença instalou-se por aqui, já estávamos com saudades disto, não é? Já durava há muito tempo o estado saudável por estas bandas, certo? Portanto, cá estamos.

Primeiro começou com uma amigdalite na S. que evoluiu para uma estomatite aftosa na I (diagnosticada ontem) e até eu estou, com toda a certeza, com amigdalite.

Problemas - a I. recusa-se a comer seja o que for, demoramos horas para que ela beba o líquido mais simples e tome os medicamentos, o que a pode levar a ficar desidratada e portanto ter que ser internada no hospital.

Têm sido dias de luta, sofrimento, dor e lágrimas.

Ontem a I. dizia-me "Já não sou tua amiga!", tudo porque depois de uma hora a tentar que ela tomasse o medicamento tive que a agarrar e forçá-la a fazê-lo (a própria pediatra me aconselhou a agir desta maneira).

Ai!


Sim, a febre continua a ter aquele efeito avassalador em mim, logo, ando aqui com dores, calafrios, mal me consigo ter de pé, mas para a frente é que é caminho e as mulheres vão sempre buscar forças onde elas não existem. Claro, quando estamos sozinhas desabamos, mas também é nesses momentos que ouvimos palavras amigas que nos confortam o coração. Obrigada S.R.A. e C.C. pelas palavras de ontem.

sábado, 3 de novembro de 2012

Já me tinha esquecido

Há quanto tempo é que elas não tinham febre nem nada do género? Já me tinha esquecido de como era.
A febre voltou a bater à porta cá de casa. A minha S. desde 6ªfeira que tem febre. Ontem foi uma febre contínua, mas hoje teve de manhã e agora à noite.
Não sei porquê, mas cheira-me a amigdalite.
Amanhã, lá terei que ir ao hospital!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dia das Bruxas

A esta hora estaríamos a caminho de Lisboa, depois de um jantar de quinhentos escudos na tasca aqui do sítio, já regados com vinho branco da casa.
Chegados a Lisboa, encontraríamos o quarto elemento dos Cavaleiros do Apocalipse que se riria pelo facto das meninas estarem com uma maquilhagem especial e com uma vassoura minúscula da autoria do pai da L.
A ronda começaria no Gingão com uma ou duas Ginjas, passaríamos pelo Cena de Copos onde atestaríamos um ou dois B'52 e iríamos de seguida ao Keops enfrascar um Afrodisíaco Alentejano ou um TGV, isto sem deixar de passar pela tasca em frente ao Frágil para beber um Pontapé na C_n_.
Finalmente, o destino seria a Rua Poiares de São Bento.
Pararíamos no passeio em cima do número 69, abraçar-nos-íamos e simularíamos uma espécie de orgasmo coletivo e depois era descer até ao Incógnito, onde o Rai já estaria à espera da nossa loucura. Seguir-se-iam as Batidas de Coco, as Vodkas ou Mezcal ou Absinto, o que fosse, músicas pedidas, risos e muita alegria.
(A esponja do nosso estômago aguentava tudo sem fraquejar.)
No final, ou melhor, no início da manhã, esperar-nos-ia aquela tremenda subida até ao Rossio para apanhar o primeiro comboio e rezar para que quando metesse a chave na fechadura da porta de casa, o meu pai não tivesse colocado o alarme, ou, se ele o tivesse feito, desempenhar o papel de ladrão XPTO que tendo uma chave do alarme consigo, conseguia através de um espaço minúsculo colocar a chave na ranhura e dar a volta sem que o apito soasse.


Que saudades...



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Odeio




Avestruzes.

...

Quando os vazios se preenchem com nada, a nuvem negra já nem consegue trovejar.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A boa da pipoca






Quando era menina, comia a "pipoca do pézinho (é uma velha história que não vou contar hoje, talvez nunca conte!...)...

Hoje, é a boa da pipoca que me mantém acordada para corrigir testes. Faço uma tigela imensa e assim que elas acabam é ver a canetinha vermelha a deslizar e eu a adormecer!

Oh vida desgraçada!

É lógico que nem me atrevo a pesar antes da época dos testes e depois da época dos testes. Qualquer dia estou ainda mais lontra.