sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tudo tem um preço, mas tudo mesmo!

Estou escandalizada!
Fui comprar um presente aqui e quando perguntei se podiam fazer um embrulho sou surpreendida com a seguinte afirmação " Já não fazemos embrulhos. Temos estes envelopes-embrulho que custam 0,40 € os pequenos e 0,50 os grandes". Pensei que não estava a ouvir bem, mas efectivamente estava afixado um aviso ao lado da caixa com esta "pérola comercial".
Naturalmente não comprei embrulho nenhum! Não, não tenho papel de embrulho em casa e sei que, provavelmente, se for à papelaria comprar talvez até gaste mais de 0,40 €, mas recuso-me a pagar um embrulho que ainda por cima é insípido.
Estou escandalizada, agora até os embrulhos se pagam, como se o dinheiro que gastamos nos produtos já não cobrissem os gastos do papel de embrulho!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

...

Quando as portas não estão fechadas, qualquer brisa as abre...


(... e como é difícil fechar portas...)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Às vezes

há uma tendência natural para o perigo, para o abismo.
Sabemos que aquele não é o caminho, mas é por aí que queremos ir, ou temos a ilusão de querermos ir, ou criamos a ilusão de que aí é que está a felicidade, ou acreditamos que aquilo que nunca foi poderá ser, ou cegamos por impulso e simplesmente desatamos a correr em direcção ao precipício, que até pode não o ser, e queremos acreditar que afinal não há nenhum buraco negro a seguir, que talvez tenhamos julgado mal as coisas, que se calhar agora é que é, mas depois constatamos que eternamente será a melhor-pior coisa e não sabemos o que decidir.

"A minha vida é um vendaval que se soltou" (José Régio)

Há dias assim


? ! ...

O conto mais curto de sempre (recebido por email)

Um dia um rapaz perguntou a uma rapariga se queria casar com ele e a rapariga disse que não.

Moral da história:

E viveu feliz para sempre...
sem lavar um montão de roupa,
sem cozinhar,
sem engomar,
saindo com as amigas,


dormia com quem queria, quando lhe apetecia
gastando o seu dinheiro conforme lhe dava na cabeça
e sem ter que fazer, dia após dia, de dona-de-casa !!!


FIM

O problema é que, quando éramos pequeninas, não nos contavam estas histórias... vinham sempre com a história do príncipe encantado...




CATO



Há mais de dez anos que não falávamos, quem diria! A mesma voz, o mesmo sotaque, a mesma descontracção no que se diz (menino-inocente-malandro)... Foi como se tivéssemos falado sempre, sem interrupções.

A espera continua.
Até andarmos de bengala, tu seres careca e eu ter o cabelo anil.

Joana Cato

(Por vezes)

Depois de se dar o primeiro passo é impossível recuar...


E agora não há como sair...


Joana Cato