domingo, 11 de julho de 2010

...

Sonhamos, idealizamos, vivemos na nossa imaginação aquilo que queremos realidade, mas a desilusão vem sempre e arrasa tudo aquilo que tínhamos vindo a construir mesmo que sem base de sustentação.
Vi-te dentro de mim. Procurei-te e não estavas lá.

Mais uma vez, não estavas lá... e o que eu te desejei...
Mais um ciclo que se cumpre para que eu veja o que recuso.
Mais uma dor que me dilacera.
Mais uma esperança que se foi.

... e o coração teima em justificar o injustificável... e a cabeça sabe que é impossível justificar... e é sempre assim...

Joana Cato

sexta-feira, 9 de julho de 2010

...

... só a perspectiva me faz estremecer...

Joana Cato

Ai, ai, ai

Quando o passado volta em catadupa não sei se é bom sinal!...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

À beira de um ataque de nervos


Se há coisa difícil é educar. Traçamos uma linha, temos um projecto com directrizes específicas, mas o caminho até ele é sempre duro, cheio de obstáculos, provações, desilusões, cedências e retrocessos.
Quantas vezes acreditamos-com-a-cabeça que estamos a agir da melhor maneira e o coração impele-nos a fazer o inverso?
Quantas vezes questionamos as nossas opções?
Quantas vezes andamos na corda bamba entre ser condescendente demais ou severo demais, sem conseguir encontrar o meio termo?
Educar é a guerra-equilíbrio entre aquilo que a cabeça diz e o que o coração sente.
Educar é dizer NÃO quando seria mais fácil dizer sim.
Educar é sentir murros no estômago de cada vez que os princípios vencem o coração.

Tudo isto para dizer que desde terça-feira a I faz uma birra incrível para dormir à noite. Nas duas últimas noites decidi tirá-la da cama, tal eram os gritos-fúria, e trazê-la até ao aquário para ela acalmar e deixar dormir a irmã que entretanto ia acordando a espaços e soltando a goela a plenos pulmões. Nestas duas últimas noites cedi ao coração, porque as frases "coitadinha, já está vermelha e inchada de tanto chorar", "coitadinha, já está tão nervosa que precisa de acalmar", "coitadinha, ...", e outras do género, iam do coração e martelavam a minha cabeça com uma força diabólica!
Hoje o cenário repetiu-se. Hoje decidi que não a ia tirar da cama. Hoje ouvi-a gritar-chorar-espernear-berrar-irar durante uma hora, uma hora certinha. Hoje a cabeça venceu, mas o meu estado de nervos era tal que tive que me conter não sei quantas vezes a meio do corredor para não a ir buscar e pegá-la ao colo e trazê-la para o aquário e vê-la sorrir para mim com aquele ar de vitoriosa "Vês como me tiraste da cama?".
Amanhã logo se vê o que acontece.

Isto é mesmo duro!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Trabalhinho

O regresso ao trabalho foi... normal...
Está tudo no mesmo sítio. Tudo no mesmo sítio. Mesmo.
Não me contive e lá disse umas coisas numa reunião. Assim, pelo menos, ficam todos a saber que eu também continuo a mesma. A mesma. (Parece que os estou a ouvir - "O raio da mulher não mudou nada, nem a maternidade a fez baixar a garimpa!". Pois é "amiguinhos", a mudança aqui neste estaminé é difícil, eu juro que estou a tentar, eu juro que vou fazer um esforço, mas é mais forte que eu!!!)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Kilos e centímetros (V)

Ainda não sei se acredito. Já me medi três vezes e continuo na dúvida. Será possível que já se foram onze centímetros?!...

quinta-feira, 1 de julho de 2010