Cá estou eu, novamente, nos tempos de clausura!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Toc-toc
sábado, 28 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Já disse aqui alguma vez que ODEIO HOSPITAIS E MÉDICOS E TUDO?!
Sustém.
Sustém.
Sustém.
Muito bem, portanto, vamos deixar a miúda piorar e quando ela estiver mesmo mal vamos dar-lhe medicação. Eu acho esta medida super inteligente, preventiva, preocupada, enfim como é que a hei-de intitular... ESTÚPIDA!
Hoje a cachopa está igual, ou pior, já mandei mensagem à pediatra, estou a aguardar resposta (e espera, espera, espera, enquanto isso estou a dar-lhe Maxilase que mal não faz - não, não sou adepta de auto-medicar ninguém e ponderei muito antes de o fazer, mas vê-la a ficar cada vez pior é que não e como ela já tomou este medicamento antes e é um anti-inflamatório, não me parece que lhe esteja a fazer mal).
Amanhã é 3ªfeira, não tenho vontade de lá voltar, aliás a incongruência de algumas coisas mata-me, ainda há pouco tempo desancaram-me porque "a bebé está com dificuldades em respirar e a mãe não lhe fez o Ventilan? Tem que fazer mesmo antes de vir para aqui!" - Ventilan, atenção, Ventilan, que é só um medicamento que acelera os batimentos cardíacos e não é nada soft, mas para lhe receitarem preventivamente uma porcaria de um anti-inflamatório - nada. ODEIO ISTO.
Espero receber a resposta à minha mensagem rapidamente (mandei às 19h30, são 23h e qualquer coisa...).
quinta-feira, 19 de maio de 2011
"Naquele «pic-nic» de burguesas"
De Tarde
Naquele «pic-nic» de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.
Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.
Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão de ló molhado em malvasia.
Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas.
A propósito deste poema de Cesário Verde, hoje, levei os meus meninos lindos a fazer um piquenique. Quando chegámos ao local, já lá estavam as típicas toalhas aos quadrados, a cesta com maçãs (queria que fosse melão e damascos, mas não houve hipótese) e um suposto "ramalhete de papoulas".
Amei!
São estes momentos que nos fazem ir em frente.
"Tu és como o Bin Laden..."
terça-feira, 17 de maio de 2011
Quando?
Há quanto tempo deixámos de ser um?
Há quanto tempo somos intocáveis e inacessíveis?
Há quanto tempo se quebrou o olhos nos olhos com amor, carinho, devoção?
Onde é que ficámos?
Onde é que nos perdemos?

